Corpo = Matéria-Prima

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Trecho de “Bela, Engajada e do Laiá, Laiá“, de Armando Antenore, na piauí:

“Uma, duas, três…” Andréia Rocha perdeu as contas de quantas tatuagens possui. Precisa conferir. “Treze!” Para ela, corpo e arte se confundem. Durante dezesseis anos, dedicou-se intensamente às aulas de balé clássico. Também praticou sapateado, jazz, flamenco e butô, embora com menos regularidade. “Por causa da dança, enxergo os membros inferiores e superiores, o torso e a cabeça como matérias-primas que devem ser moldadas e exibidas.”

Esse aprendizado advindo da dança não se manifesta só nas tatuagens, mas no ato político de sair de top less no último Carnaval — é a história que o Antenore narra.

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